Retinografia (Clarus 700, Zeiss): múltiplos depósitos amarelados na mácula e na zona peripapilar (A1, A2).
Retinografia (Clarus 700, Zeiss): múltiplos depósitos amarelados na mácula e na zona peripapilar (A1, A2).
Autofluorescência verde (Clarus 700, Zeiss): os depósitos são hiperautofluorescentes, indicando material viteliforme (lipofuscina). Além disso, existem zonas de hipoautofluorescência devido ao envolvimento do EPR (B1, B2). No olho direito, estas áreas, ao contrário do que acontece na doença de Stargardt, envolvem a região peripapilar (B1).
Autofluorescência verde (Clarus 700, Zeiss): os depósitos são hiperautofluorescentes, indicando material viteliforme (lipofuscina). Além disso, existem zonas de hipoautofluorescência devido ao envolvimento do EPR (B1, B2). No olho direito, estas áreas, ao contrário do que acontece na doença de Stargardt, envolvem a região peripapilar (B1).
OCT (Cirrus 5000-HD, Zeiss): lesões hiper-reflectoras acima do EPR. Algumas estão associadas à rutura do EZ e mesmo do ELM, enquanto noutras estão intactas. Também se observam algumas áreas de adelgaçamento e atrofia do EPR (C1, C2).
Homem de 65 anos que vem fazer um check-up.
AV OD 20/20 OI 20/20.
O exame do fundo do olho mostra múltiplas pequenas lesões amareladas dispersas na área macular e à volta da papila. Estas lesões são hiperautofluorescentes, sugerindo material viteliforme, embora existam também áreas hipoautofluorescentes devido a lesão do EPR. Na OCT, as lesões correspondem a material hiperreflectivo subretiniano, em algumas delas com rutura da zona elipsoide (ZE). O aspeto das lesões, a grande simetria entre ambos os olhos e a boa acuidade visual permitem o diagnóstico de distrofia de padrão com um padrão multifocal simulando a doença de Stargardt.