OI: As placas de atrofia corio-retiniana hipoautofluorescentes destacam-se, a preto, devido à perda ou ausência de células RPE.
Plano macular inclinado por estafiloma posterior. Existe uma área temporal à mácula com ausência das camadas exteriores e da coroide, com cavidades quísticas intrarretinianas e com a retina interna repousando diretamente sobre a esclerótica, que corresponde a uma das placas de atrofia. Nesta secção não há evidência de membrana neovascular.
Atrofia difusa da coroide. Corresponde à categoria 3 da classificação da maculopatia míope atrófica da NTA. Apresenta-se como a presença de uma ou mais placas de atrofia coriorretiniana no pólo posterior que se manifestam como áreas focais, circunscritas e bem demarcadas de ausência de EPR e perda das camadas externas da retina e da maior parte da coroide. Estas placas são de cor branco-acinzentada porque permitem a visualização da esclerótica através do tecido retiniano remanescente. A sua prevalência aumenta com a idade e o comprimento axial. Com o tempo, as placas de atrofia tendem a aumentar de tamanho e a fundir-se e, embora raramente, podem eventualmente envolver a fóvea. As membranas neovasculares associadas às manchas de atrofia podem desenvolver-se em até 21% dos casos.