Fotografia de fundo de olho a cores mostrando uma coloração verde-amarelada na região macular inferior. Observa-se uma acumulação de pigmento laranja.
Autofluorescência verde: existe uma lesão principal focal na mácula, com uma diminuição gradual na mácula em gota, e hiperautofluorescência dos depósitos de pigmento laranja. Observa-se uma mancha hipoautofluorescente na mácula que denota uma atrofia difusa do EPR. Outro foco muito mais pequeno é visto supero nasal à mácula.
A angiografia com fluoresceína mostra uma mancha hiper/hipofluorescente na região macular, com um foco óbvio de coloração e difusão. A imagem mostra o local do tratamento PDT.
A indocianina verde mostra múltiplas placas hipercianescentes em tempos médios. As acumulações de lipofuscina são mostradas como hipocianescentes devido ao efeito de ecrã.
A coriorretinopatia serosa central crónica (CRSC) é uma patologia caracterizada pela acumulação persistente de líquido subretiniano na região macular, resultante da disfunção do epitélio pigmentar da retina (EPR) e da barreira hemato-retiniana externa. Na tomografia de coerência ótica (OCT), a CRSC manifesta-se por um descolamento seroso do neuroepitélio menos cupuliforme e, por vezes, por descolamentos do EPR (DEP). A angiografia com fluoresceína (AFG) mostra tipicamente pontos de fuga, juntamente com placas hiperfluorescentes mais difusas. A angiografia com verde de indocianina (ICG) mostra hiperfluorescência placoide, indicando manchas de hiperpermeabilidade da coroideia.